quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Literatura vai à tela no Lanterninha Aurélio

No mês de maio acontece a Feira do Livro de Santa Maria e o Cineclube Lanterninha Aurélio entra no clima literário. A partir da próxima segunda, dia 02, o cineclube apresenta um ciclo de adaptações: das páginas para o cinema.

Em maio serão cinco segundas com exibições deobras clássicas da literatura sob o olhar cinematográfico dos diretores.

A primeira a ser exibida será ‘O Leopardo’, clássico romance do século XX, escrito por Giussepe Tomasi di Lampedusa, e adaptado por Luchino Visconti para o cienma. Visconti filmou ‘O leopardo’ em 1963, e tornou eterna e visual a grande obra literária de Lampedusa.


O Leopardo, 1963

Direção: Luchino Visconti

Drama, 205min


Sinopse

Sicília, durante o período do "Risorgimento", o conturbado processo de unificação italiana. O príncipe Don Fabrizio Salina (Burt Lancaster) testemunha a decadência da nobreza e a ascensão da burguesia, lutando para manter seus valores em meio a fortes contradições políticas.


O ciclo ‘Literatura na tela’ segue com a seguinte programação:

09/05 - Paixão de gaúcho

16/05 - Ninguém escreve ao coronel

23/05 - Ópera do Malandro

30/05 - O deserto dos tártaros


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.

A entrada é franca!




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CESMA / Cineclube Lanterninha Aurélio / Cesma Vídeo/ Cesma Café
55 3222-8544 - Ramal 220 http://www.cesma.com.br

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

O aclamado Tango de Bertolucci

Nesta segunda, dia 25, o Lanterninha Aurélio encerra o ciclo especial ‘Bernardo Bertolucci”. Durante o mês de abril o cineclube revisitou as obras mais clássicas do diretor, apresentadas em ordem decrescente de produção.

O ciclo iniciou com ‘Os Sonhadores’, filme mais atual de Bertolucci e encerra com seu primeiro clássico, e talvez mais famoso filme do diretor italiano: ‘Último Tango em Paris’ (1972).

Bertolucci apresenta em ‘Último Tango em Paris’ a memorável atuação de Marlon Brando, em parceria com a atriz Maria Schneider falecida em fevereiro deste ano.

Como característica do diretor, é mais um filme angustiante, intimista e psicológico, considerado uma obra-prima do cinema e causador de muita polêmica.


Último Tango em Paris

Bernardo Bertolucci

Drama, 129 min

Classificação: 14 anos


Sinopse

Enquanto procura um apartamento em Paris, uma bela jovem (Maria Schneider) conhece um americano (Marlon Brando), cuja esposa recentemente cometeu suicídio. Instantaneamente um deseja o outro ardentemente e iniciam naquele momento um tórrido affair. Eles combinam que não revelariam nada de suas vidas, nem mesmo seus nomes, sendo que o objetivo dos encontros seria basicamente sexo. Mas gradativamente os acontecimentos vão fugindo do controle de ambos.


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.

A entrada é franca!


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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Lanterninha Aurélio apresenta: o polêmico ‘La Luna’

O Lanterninha Aurélio continua com o ciclo "Bertolucci" nesta segunda, dia 18. Desta vez, o filme exibido será um dos mais polêmicos do diretor: La Luna, 1979.

La Luna traz a Itália como pano de fundo, abordando uma relação problemática e obscura entre mãe e filho. Trata-se do filme mais controverso de Bertolucci, mas também, recheado de sentimentos, simbolismos e belas canções.


La Luna

Bernardo Bertolucci

Drama, 142 min

Classificação: 18 anos

Sinopse

Após a morte do marido, uma famosa cantora lírica de Nova York, Caterina Silveri (Jill Clayburgh em interpretação magistral), viaja com Joe, seu problemático filho adolescente, para a Itália. Enquanto ensaia para uma ópera de Verdi, descobre que ele está viciado em drogas. É o início de um denso conflito o entre mãe e filho.


O ciclo Bertolucci segue com a seguinte programação:

25/04 – O Último Tango em Paris


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.

A entrada é franca!


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

A beleza de Bertolucci no Lanterninha Aurélio.


O Lanterninha Aurélio segue nesta segunda, dia 11, com o ciclo especial ‘Bernardo Bertolucci’. A exibição desta semana será o drama, quase romance, ‘Beleza Roubada’, de 1996. Um dos filmes mais leves e sensíveis da carreira do diretor.

Em ‘Beleza Roubada’, Bertolucci apresenta um panorama da juventude e da inocência, trazendo a atriz Liv Tyler como musa, permeando a narrativa com uma ótima trilha sonora.


Beleza Roubada

Bernardo Bertolucci

Drama, 114 min

Classificação: 16 anos


Sinopse

Após o suicídio de sua mãe uma jovem de 19 anos (Liv Tyler) viaja para a Itália, com o propósito aparente de reencontrar alguns amigos e ter seu retrato pintado, mas planeja rever especialmente um jovem com quem ela dera seu primeiro beijo, quatro anos antes. Simultaneamente pretende decifrar um enigma que foi encontrado no diário da sua mãe, mas gradativamente sua presença exuberante transforma a vida dos seus amigos.


O ciclo Bertolucci segue com a seguinte programação:

18/04 – La Luna

25/04 – O Último Tango em Paris


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.

A entrada é franca!


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quinta-feira, 31 de março de 2011

Bernardo Bertolucci em todas as segundas de abril!

Nesta segunda, dia 04, o Lanterninha Aurélio inicia o mês e um especial a Bernardo Bertolucci. O ciclo foi escolhido por votos do público, através das redes sociais, e, dentre as opções, o diretor italiano foi o preferido.

Bernardo Bertolucci nasceu na cidade de Parma, em 16 de Março de 1940 e estudou na Universidade de Roma onde ficou famoso como. Depois de trabalhar como assistente de direção de Pier Paolo Pasolini em Accattone (1961) trocou os versos pela sétima arte.


Bertolucci consagrou-se por suas obras de teor político, agregado a trilhas sonoras marcantes e direção de arte impecável. Outra característica particular é sempre apresentar musas no elenco de seus filmes.

Em 2011, o diretor tem muito a comemorar: são 70 anos de vida, 50 de carreira e vinte obras em seu currículo.


O Cineclube Lanterninha Aurélio preparou uma homenagem a um dos maiores diretores de cinema da contemporaneidade, iniciando o ciclo com o último trabalho de Bertolucci, ‘Os Sonhadores’.


Os Sonhadores, 2003

Bernardo Bertolucci

Drama, 130 min

Classificação: 16 anos


Sinopse

Matthew é um jovem que, em 1968, vai estudar em Paris. Lá ele conhece os irmãos gêmeos Isabelle e Theo. Os três logo se tornam amigos, dividindo experiências e relacionamentos enquanto Paris vive a efervescência da revolução estudantil.


O ciclo Bertolucci segue com a seguinte programação:

11/04 – Beleza Roubada

18/04 – La Luna

25/04 – O Último Tango em Paris



As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.

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quinta-feira, 24 de março de 2011

Março encerra 'Entre fronteras' no Lanterninha Aurélio

Para encerrar o ciclo “Inter Filmes”, parceria entre o Lanterninha Aurélio e o curso de Relações Internacionais da UFSM, o cineclube apresenta nesta segunda, dia 28, o projeto “Parcerías Entre Fronteras: histórias de integração dos nossos povos”, impulsionado pelo Fórum Entre Fronteiras.

A série de quatro documentários realizados em co-produções entre Argentina, Brasil e Paraguai documenta, através de diferentes olhares, histórias comuns entre a tríplice fronteira.


O Lanterninha Aurélio exibe os documentários transnacionais homenageando, também, o Dia do Cinema Gaúcho, comemorado dia 27 de março.


DVD Parcerías

Classificação: Livre


Jesarekó, 2009 (Paraguai)

Direção: Gerardo Jara

Significa, entre outras coisas, reflexão. Este documentário retrata através do relato de seus protagonistas a vida de um paraguaio, que vive na zona portuária e cruza a fronteira diariamente, e a de um argentino que dedica sua vida à estiva, trabalhando arduamente; há uma reflexão sobre a diversidade e a comunidade da vida na fronteira.

Causos y cuentos de fronteira, 2009 (Brasil)
Direção: Francieli Rebelatto

Uma aproximação quase antropológica aos contadores de causos da fronteira. Em uma região solitária e rural na fronteira entre Argentina, Brasil e Uruguai, estes contadores de historias revivem a mitologia popular e o imaginário coletivo.

La Fronteira, 2009 (Argentina)
Direção: Lucho Bernal

Nos traz a estranheza dos povos que vivem divididos (e unidos) por uma rua. A fronteira seca entre Bernardo de Irigoyen e Dionisio Cerqueira. Através de um relato cheio de humor, tempo rápidos e uma colorida fotografia, vemos o absolutamente naturalizado contrabando, a paixão pelo futebol, e a convivência dos povos em um só.

Riberas, 2009 (Paraguai)
Direção: Arturo Fabiani

Leva ao público a filosofia existencial de Alfonso Lezcano, um músico que ensina as crianças em jovens de Pilar (Paraguai) a resgatar as origens de sua cultura através da revalorização de sua tradição musical. Através da figura de Alfonso presenciamos a convivência dos países depois da Guerra da Tríplice Aliança, das diferentes realidades e da discriminação.


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.

A entrada é franca!


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quarta-feira, 23 de março de 2011

Dia do Cinema Gaúcho na Região

O dia do cinema gaúcho é uma data instituída pela Assembléia Legislativa para comemorar a estréia do filme gaúcho “Ranchinho do Sertão”.
A data foi escolhida a partir de pesquisas do escritor e cineasta Antonio Jesus Pfeil. O dia 27 de março coincide com a estréia de "Ranchinho do Sertão", do produtor e exibidor cinematográfico Eduardo Hirtz, exibido pela primeira vez em 1909, no cinema Recreio Ideal, em Porto Alegre.

Para comemorar esta data o Instituto Estadual de Cinema - IECINE preparou uma série de ações, entre elas, a exibição de filmes gaúchos em cineclubes, centros culturais e entidades públicas.

Em Santa Maria e região cineclubes e a Câmara de Vereadores participam exibindo filmes e realizando debates.

Programação completa:
Cineclube Abelin nas Nuvens - Silveira Martins, às 20h, 22 de março, exibição do longa-metragem Saneamento Básico - O Filme, de Jorge Furtado.

Macondo Cineclube: 22 de março, terça-feira, às 20h, exibição Os Amigos bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani;

Câmara de Vereadores e Cineclube SMVC: 23 de março, quarta-feira, às 18h, no Plenarinho, exibição dos curtas-metragens:
- A invasão do Alegrete, de Diego Muller;
- A Farsa Seca, de Fabricio Koltermann;
- Faltam 05 minutos de Luiz Alberto Cassol.

Cineclube Lanterninha Aurélio: 28 de março, às 19h, exibição do DVD Parcerias do Fórum Entre Fronteiras;

Cineclube Abelin nas Nuvens - Silveira Martins, às 20h , exibição dos curtas-metragens:
- Os Amigos Bizarros Do Ricardinho, de Augusto Canani;
- Ilha Das Flores, de Jorge Furtado;
- A Invasão Do Alegrete, de Diego Müller;
- Insanidades, de Luiz Alberto Cassol;
- Causos E Casos, de Eduardo Ramos.

Todas as sessões têm entrada franca.

Também destacamos que na mesma data, celebramos mais duas artes:
- DIA DO CIRCO: uma homenagem ao palhaço brasileiro Piolin, que nasceu em 27 de março de 1897, em Ribeirão Preto, São Paulo.

- DIA MUNDIAL DO TEATRO: através do ITI - Instituto Internacional de Teatro, foi criado em 1961, data da inauguração do Teatro das Nações, em Paris.

Santa Maria e região comemoram o Dia do Cinema Gaúcho.
Programação especial em cineclubes e na Câmara de Vereadores.

Mais informações pelos sites:
WWW.smvc.org.br
WWW.cultura.gov.br


Texto retirado do site www.smvc.org.br


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quinta-feira, 17 de março de 2011

As relações com a máfia na tela do Lanterninha


O ciclo “Inter Filmes”, em parceira com o curso de Relações Internacionais da UFSM segue nesta segunda, dia 21. O filme da vez será “Gomorra” (2008), de Matteo Garrone, adaptação do livro homônimo do jornalista italiano Roberto Saviano.

O livro tornou-se um best-seller, polêmico e cultuado, ao revelar o poder, a sofisticação e a violência da máfia napolitana, a Camorra.


Gomorra, 2008
Direção: Matteo Garrone
Drama, 137 min
Classificação: 18 anos


Sinopse

Toto (Salvatore Abruzzese) tem 13 anos e trabalha como mensageiro de um grupo de traficantes de drogas e armas. Pasquale (Salvatore Cantalupo), alfaiate contratado secretamente por chineses para formar operários, descobre subitamente que sua vida corre perigo. Don Ciro (Gianfelice Imparato) é responsável por levar dinheiro a famílias cujos membros estão presos ou mortos. Como eles, outros tantos habitantes de Nápoles e da região da Campanha têm suas vidas regidas pela Camorra, a tradicional máfia local que alimenta uma espiral de violência sem fim.


O ciclo Inter Filmes segue com:

28/03 - “Parcerias Entre Fronteras” (2010)

Programação em homenagem ao Dia do Cinema gaúcho, comemorado dia 27 de março.


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h.


A entrada é franca!


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quinta-feira, 10 de março de 2011

Hitchcock abre o ciclo “Inter Filmes”

No mês de março, o Lanterninha Aurélio exibe a mostra “Inter Filmes”, em parceira com o curso de Relações Internacionais da UFSM. O ciclo inicia na próxima segunda-feira, 14, já que não houve sessão dia 7 em função do feriado de carnaval.


Na mostra serão exibidas obras cinematográficas que tratam de relações entre diferentes nações. O primeiro filme, desta segunda-feira, será “Intriga Internacional” (1959) do Mestre do Suspense, Alfred Hitchcock.


Após a exibição do filme quem irá conduzir o debate será o professor Dr. José Renato Ferraz da Silveira, UFSM.


Intriga Internacional, 1959

Direção: Alfred Hitchcock

Suspense, 131min


Sinopse

O executivo publicitário Rogher O. Thornhill é confundido com um agente do governo por uma gangue de espiões. A partir daí, envolve-se em uma série de desventuras incríveis e passa a ser perseguido pelos Estados Unidos, tanto pelo governo quanto pelos espiões.


O ciclo Inter Filmes segue com a seguinte programação:

21/03 - “Gomorra” (2008)

28/03 - “Parcerias Entre Fronteras” (2010)


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h. A entrada é franca!


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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O vermelho fecha o mês de fevereiro

Durante este mês esteve em cartaz no Lanterninha Aurélio as cores e os lemas da bandeira francesa, exibidos em três verdadeiras obras-primas do cinema.

O ciclo “Trilogia das Cores”, dedicado ao diretor polonês Krzysztof Kieslowski, trouxe para a tela do Lanterninha as musas Juliette Binoche e Julie Delpy, em “A Liberdade e Azul”e “A Igualdade é Branca”.


Nesta segunda, dia 28, encerrando fevereiro, é a vez de “A Fraternidade é Vermelha”(1994), com mais uma bela atriz francesa, Irène Marie Jacob. O filme conclui uma das mais afamadas trilogias dos 1990.


A fraternidade é vermelha, 1994

Direção: Krzysztof Kieslowski

Drama, 99min


Sinopse

Uma modelo (Irène Jacob) atropela o cão de um juiz aposentado (Jean-Louis Trintignant), que tem o estranho hábito de ouvir as conversas telefônicas de outras pessoas. Este fato será o ponto de partida para uma singular amizade.


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h. A entrada é franca!


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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A igualdade como lema no Lanterninha Aurélio

Mais uma cor na tela do Lanterninha Aurélio nesta segunda-feira, dia 21. A trilogia das cores de Krzysztof Kieslowski, inspiradas nas cores da bandeira e também nos lemas da França: Liberdade, Igualdade e Fraternidade, segue esta semana com “A igualdade é branca”.

A Igualdade é Branca é a segunda parte da aclamada trilogia de Kieslowski, que encerra na próxima semana com “ A fraternidade é vermelha”.


Sinopse:

O polonês Karol casa-se com a francesa Dominique e muda-se para Paris. O casamento não dá certo e Dominique pede o divórcio. Karol passa a viver como mendigo na capital francesa. Após muitos contratempos, ele volta para Polônia, onde consegue enriquecer e, ainda apaixonado, trama uma inusitada vingança contra a ex-esposa.


A igualdade é branca, 1994

Direção: Krzysztof Kieslowski

Drama, 91min


A programação da trilogia segue com:

28/02 - A fraternidade é vermelha


As sessões e os debates acontecem no Auditório da Cesma, todas as segundas-feiras, sempre às 19h. A entrada é franca!


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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fevereiro terá três sessões e três cores!

No Lanterninha Aurélio, fevereiro só começa na próxima segunda-feira, dia 14. Isso porque o ciclo anterior roubou uma semana e acabou deixando este mês mais curto para os cineclubistas. Curto, porém poético e inspirador.

O ciclo que promete encantar as próximas semanas apresentará a “Trilogia das Cores”, considerada a obra-prima do polonês Krzysztof Kieslowski. A trilogia foi inspirada nas cores da bandeira francesa e representa um critica do diretor ao governo local dos anos 1990.


Aqui no Lanterninha o ciclo “Trilogia das Cores” começa nesta segunda-feira, dia 14, com “A liberdade é azul” (1993).


A liberdade é azul, 1993

Direção: Krzysztof Kieslowski

Drama, 97min


Sinopse

Após um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de uma famosa modelo (Juliette Binoche), ela decide por renunciar sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicídio, ela volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada de seu marido, que era um músico de fama internacional.


A programação da trilogia segue com:

21/02 - A igualdade é branca

28/02 - A fraternidade é vermelha


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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Monicelli para encerrar o ciclo Comédias Italianas


O ciclo Comédias Italianas se despede em grande estilo nesta segunda-feira. O filme escolhido para encerrar foi “Caros F Amigos” (1994), do genial Mario Monicelli. Depois do humor sarcástico e cruel de "Parente é Serpente" (1993) Monicelli apresenta uma comédia ainda mais escrachada.

‘Comédias Italianas’ ainda exibiu clássicos de Fellini e Ettore Scola, que deram muito mais graça ao mês de janeiro e início de fevereiro.


Caros F Amigos, 1994

Itália, Comédia

110min


Sinopse

O filme acompanha as desventuras de um grupo de amigos em uma Florença destruida pela guerra e recém-libertada do domínio alemão pelas forças aliadas. Dieci (Paolo Villaggio), ex-pugilista, resolve montar um espetáculo itinerante de lutas de boxe. A idéia é organizar um tour na região da Toscana para ganhar algum dinheiro e, principalmente, conseguir algo para comer. Depois de reunir quatro rapazes, que nunca lutaram boxe na vida, a turnê se inicia. No trajeto, Dieci e seus pupilos encontram os mais variados tipos de pessoas e vivenciam situações extremamente engraçadas e inesquecíveis.


O encerramento do ciclo “Comédias Italianas” acontece nesta segunda-feira, 7, às 19h no Auditório da Cesma. Entrada Franca.


Aproveitando o gancho fica o convite para as próximas sessões de fevereiro, em que será exibida a “Trilogia das Cores”, do diretor polonês Krzysztof Kieślowski

14/02 – “A liberdade é azul”

21/02 – “A igualdade é branca”

28/02 – “A fraternidade é vermelha”


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

“Comédias Italianas” exibe mais um clássico de Fellini

Depois de Ettore Scola, com sua família de “Feios, sujos e malvados”, finalmente fazer a alegria do público na semana passada, o Lanterninha Aurélio exibe nesta segunda-feira, 31, “Amarcord” (1973) de Federico Fellini.

Este é o segundo filme do diretor no ciclo de janeiro, que também exibiu “Os boas-vidas” (1953).

Amarcord, 1973
Itália/França, Comédia
127min


Sinopse

Através dos olhos de Titta (Bruno Zanin), um garoto impressionável, o diretor dá uma olhada na vida familiar, religião, educação e política dos anos 30, quando o fascismo era a ordem dominante. Entre os personagens estão o pai e a mãe de Titta, que estão constantemente batalhando para viver, além de um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação anti-convencional.


A sessão acontece esta segunda-feira, 31, às 19h, no Auditório da Cesma. A entrada é franca!


Vale lembrar que o ciclo não termina esta semana. Devido ao adiamento de “Feios, sujos e malvados”, “Amarcord” é o último filme do mês, mas “Comédias Italianas” só encerra dia 7 de fevereiro, com “Caros F Amigos” de Monicielli.



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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

"Feios, sujos e malvados" ficou para o dia 24!

Cineclubismo tem dessas...


O Cineclube Lanterninha Aurélio lamenta os imprevistos ocorridos durante a última sessão, dia 17. Devido a problemas técnicos o filme de Ettore Scola, “Feios, sujos e malvados” não pode ser exibido. Pedimos desculpas ao público que, mesmo com chuva, esteve presente em grande número.

O ciclo “Comédias Italianas” será retomado então, na próxima segunda-feira, dia 24, com a exibição de “Feios, sujos e malvados” às 19h, no Auditório da Cesma.

Esperamos todos para sessão e, dessa vez, sem cortes!

Gratos pela compreensão.


‘Feios, sujos e malvados’, 1976

Direção: Ettore Scola

Itália, Comédia, 115min


Sinopse

Giacinto (Nino Manfredi em grande atuação) mora com a esposa, os dez filhos e vários parentes, num barraco de uma favela de Roma. Todos querem roubar o dinheiro que ele ganhou do seguro, por ter perdido um olho quando trabalhava. A situação fica ainda pior quando ele decide levar uma amante para dentro de casa.


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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Feiúra e graça nesta segunda no Lanterninha

Um motivo para rir nesta segunda-feira, dia 17, no Cineclube Lanterninha. ‘Feios, sujos e malvados’ (1976), direção de Ettore Scola, representa o ciclo “Comédias Italianas” nesta semana. O filme de Scola retrata uma família italiana, caótica, estereotipada, miserável e, por fim, engraçada.

Ettore Scola é o terceiro diretor italiano homenageado no ciclo, em que já foram apresentados Mario Monicelli e Federico Fellini.




Sinopse

Giacinto (Nino Manfredi em grande atuação) mora com a esposa, os dez filhos e vários parentes, num barraco de uma favela de Roma. Todos querem roubar o dinheiro que ele ganhou do seguro, por ter perdido um olho quando trabalhava. A situação fica ainda pior quando ele decide levar uma amante para dentro de casa.


‘Feios, sujos e malvados’, 1976

Direção: Ettore Scola

Itália, Comédia, 115min


Confira a programação do ciclo ‘Comédias Italianas’:

24/01 – Amarcord - Federico Fellini

31/01 – Caros F Amigos – Mario Monicelli


A partir de Janeiro, as sessões e os debates ocorrerão nas segundas-feiras, 19h, no auditório da Cesma. Entrada Franca.


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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Homenagem a Monicelli no Lanterninha e na Revista Piauí

A Revista Piauí deste mês, Janeiro/11, publicou um artigo sobre a morte do diretor italiano Mario Monicelli, de Marcos Sá Corrêa. O consagrado diretor falaceu no último novembro, 2010.
Neste mês, o Cineclube Lanterninha Aurélio está homenegeando as comédias italianas, e não poderia deixar de fora Mario Monicelli.

Confira abaixo o texto, na íntegra, publicado na Revista Piauí:


A arte de rir de qualquer desgraça

A noite em que o suicídio do cineasta Mario Monicelli foi aplaudido num auditório de tevê

Por: Marcos Sá Corrêa

Faz quase meio século que Brancaleone da Norcia, o Dom Quixote do cinema italiano, veio ao mundo para ficar. Mas seu criador, Mario Monicelli, resolveu aos 95 anos que estava na hora de tornar-se mortal. Antes de começarem as festanças de final de ano, jogou-se da janela de um hospital de Roma. Tinha feito seu último filme de ficção em 2006.

Nonagenário, sobreviveu aos atores que deram cara e voz a suas ideias, assim como Monicelli lhes deu os papéis que os ajudaram a ser inesquecíveis. O comediante Totó morreu há 43 anos. Ugo Tognazzi e Marcello Mastroianni, nos anos 90. Vittorio Gassman e Alberto Sordi, na década passada.

Sem eles e sem seus filmes, Monicelli permaneceu em cena por meio de entrevistas. E suas entrevistas, ao contrário dos filmes, eram cada vez mais exasperadas. Uma de suas últimas aparições ocorreu no programa 1 Su Mille. Monicelli aparece na tela, sentado de esguelha, meio apático, dando a impressão que mal podia esperar a hora de sair dali. Mas é ele, o entrevistado, quem faz a primeira pergunta: “Vocês sabem que não enxergo?”

Apanhada no contrapé, a entrevistadora responde com outra interrogação: “Ah, não enxerga mais?” E, com isso, entrega a Monicelli a direção da entrevista. Velho e doente, ele assume o comando do programa com as credenciais de suas fraquezas físicas. Pede, para começo de conversa, que ela, “por gentileza”, fale com “voz um pouco mais timbrada”, para poder ouvi-la. Ela capricha na dicção: “Assim está bem?” Ele aprova. Pergunta então o que fazer com os óculos de lentes vermelhas, que usa no meio da testa. “Há quem me peça para botá-los. Posso tirar”, disse Monicelli. “Faça como lhe parecer melhor, maestro.”

Maestro ele foi a vida inteira. Primeiro, por “brincadeira”. Sua família e os amigos o tratavam assim, porque desde menino ele se “dava ares”. Mais tarde, consolidou o epíteto mostrando-se naturalmente “despachado” para tomar decisões instantâneas no corre-corre dos estúdios. Aderira ao cinema em 1932, quando “o cinematógrafo tinha 30 anos”. Era o ofício ideal para novatos como ele, dispostos a aprender aquilo “com prazer e paixão”.

Em 1940, quando a Segunda Guerra desmobilizou os estúdios italianos, já havia deixado para trás a cidade de Viareggio, na Toscana. Engavetara para sempre seus diplomas de história e filosofia. Largara o jornalismo. Aos 25 anos, tinha participado de quarenta filmes, como roteirista e assistente de direção. Socialista histórico, virou cineasta na Roma fascista, sem renegar o serviço que o Ministério da Cultura de Benito Mussolini prestou à indústria cinematográfica italiana.

“O cinema nos anos do fascismo era coisa séria”, disse poucos meses atrás a um crítico. Sustentou que, sob Mussolini, só fez filme de propaganda quem quis. Em compensação, o dinheiro do governo formou quadros técnicos, “pessoas boas e modestas, que pensavam não ter grandes qualidades, mas tinham”. Seriam a base do cinema que, a partir de 1950, Roma exportaria para o resto do mundo.

Em 1953, Monicelli usou esse trampolim para lançar-se à direção. Antes de encerrar a década, estava consagrado como “o inventor da comédia à italiana”, com o filme Os Eternos Desconhecidos, de 1958, crônica impagável do fiasco de um grande assalto planejado por golpistas rastaqueras. O diretor passaria o resto do século negando a paternidade dessa arte de rir de qualquer desgraça, seja ela a peste negra, a morte, a miséria, a fome ou
as derrotas.

Achava que nem ele, nem ninguém, precisou inventar, no século XX, a chamada “comédia à italiana”, porque ela já estava incubada na commedia dell’arte, uma tradição de pelo menos 400 anos. Sem contar que, segundo Monicelli, a própria Itália só se tornou o que é, esta “grande península”, graças “a uma comédia”. Referia-se à obra A Divina Comédia, com que Dante transformou o dialeto florentino em idioma oficial dos italianos.

Para fazer Quinteto Irreverente: Meus Caros Amigos 2, não precisou inventar nada. Apropriou-se de histórias “que corriam em Florença”. Só depois se deu conta de que pelo menos uma delas era implausível – a dos tabefes nos passageiros que se debruçam na janela do trem para se despedir dos conhecidos. Gastou uma noite inteira para filmá-la: “O vagão era alto demais. Os figurantes tiveram que se esticar para pôr a cara na rota dos tapas.”

Fazer cinema era, para ele, “muito fácil”. Bastava trabalhar com “atores de talento”. E, quando tudo dava certo, divertir-se. Deu tudo certo com ele “cinco ou seis vezes”. E daí saíram obras-primas como o clássico O Incrível Exército de Brancaleone, de 1965.

Com raízes tão antigas, por que então o veio dá sinais de estar secando? Essa resposta Monicelli guardou para um comício na Piazza del Popolo, em Roma, contra o governo Silvio Berlusconi. Segundo ele, os italianos perdem a graça e a irreverência quando põem “o palhaço lá em cima”. A comédia à italiana só teria vingado nas décadas que separam Mussolini de Berlusconi.

Monicelli tinha respostas engatilhadas para questões recorrentes. Que esperança via para a Itália? “Não diga esta palavra. É feia.” Qual a saída para a crise? “Espero que tudo isso acabe numa bela revolução.”

Depois de 65 filmes e setenta anos de atividade quase ininterrupta, avisou que não tinha mais nada a dizer. “Acabou.” A entrevistadora de 1 Su Mille tentou atacá-lo por outro flanco – o das queixas e remorsos. Monicelli engatou novamente a conversa de que o cinema só lhe deu satisfações. “Nenhuma queixa da vida?” Monicelli se espanta: “Pensei que estávamos falando de cinema. A vida é outra coisa...”

Na vida, às nove da noite da segunda-feira, 29 de novembro de 2010, ele se jogou de uma janela do 5º andar do hospital San Giovanni, em Roma. Tratava desde 2008 de um câncer de próstata. E na última internação confessou aos enfermeiros que andava “profundamente deprimido”.

Chovia forte naquela noite, e seu corpo custou a ser retirado da calçada. Mas a notícia chegou quase instantaneamente ao estúdio da Rai3, interrompendo o programa Vieni Via Con Me – ou Venha Embora Comigo. O apresentador Fabio Fazio comunicou ao auditório que Mario Monicelli acabara de morrer. A plateia aplaudiu de pé.


http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-52/despedida/a-arte-de-rir-de-qualquer-desgraca/



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A juventude de Fellini no Cineclube Lanterninha

O Lanterninha Aurélio segue com suas sessões embaladas por bons risos com as clássicas comédias Italianas. Nesta segunda-feira, dia 10, o filme exibido será ‘Os boas-vidas’, de Federico Fellini.

Boemia, juventude e o cotidiano do interior da Itália estão aparecem em ‘Os boas-vidas’, filme considerado a primeira grande obra da filmografia de Fellini.


‘Os boas-vidas’, 1953

Direção: Federico Fellini

Itália, Comédia, 104min


Sinopse:

Numa pequena cidade da Itália, cinco jovens amigos são típicos "vitelloni" (inúteis) e vivem uma vida boêmia cheia de bebidas e mulheres. Sem perspectivas de vida, cada um encontra um modo de escapar da monotonia da vida provinciana tentando aproveitar e curtir as aventuras que esse mundo os reserva.


Confira a programação do ciclo ‘Comédias Italianas’:

17/01 – Feios, sujos e malvados – Ettore Scola

24/01 – Amarcord - Federico Fellini

31/01 – Caros F Amigos – Mario Monicelli


A partir de Janeiro, as sessões e os debates ocorrerão nas segundas-feiras, 19h, no auditório da Cesma. Entrada Franca.


Assessoria de Comunicação Cesma

CESMA / Cineclube Lanterninha Aurélio / Cesma Vídeo/ Cesma Café

55 3222-8544 - Ramal 220

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Novidades e comédias neste Janeiro no Lanterninha!

Iniciando o ano com novidades, o Lanterninha estréia hoje suas sessões nas segundas-feiras. Outra novidade foi o ciclo atual, escolhido por votos do público, através das redes sociais e durante as exibições do cineclube.



Neste Janeiro de 2011 iniciamos as exibições com o ciclo 'Comédias Italianas'. A partir de hoje, o Lanterninha exibirá as clássicos e consagrados risos italianos.


O filme de hoje, em clima de fim de ano, é ‘Parente... é serpente’, de Mario Monicelli, consagrado diretor italiano, que faleceu em 2010, deixando como legado sua grande e clássica filmografia.


Parente... é serpente, 1993

Direção: Mario Monicelli

Itália, Comédia, 100min


Sinopse:

A ceia de Natal esta pronta. A família Calapietro irradia paz e tranqüilidade. A casa paterna se enche de risos, gritinhos de crianças, muitas lembranças em comum muitos segredinhos, histórias picantes e fofocas para trocar... Antecipando as delícias da mesa, todos esperam o momento de começar a mais esperada da família anuncia que ela e o marido estão muito velhos para com um de seus filhos ou filhas... É claro que ninguém quer ficar com os velhos, e a festa ameaça virar uma autêntica batalha entre irmãos, todos ansiosos para se livrarem da incômoda responsabilidade.


Confira a programação do ciclo ‘Comédias Italianas’:

10/01 – Os boas-vidas – Federico Fellini

17/01 – Feios, sujos e malvados – Ettore Scola

24/01 – Amarcord - Federico Fellini

31/01 – Caros F Amigos – Mario Monicelli


A partir de Janeiro, as sessões e os debates ocorrerão nas segundas-feiras, 19h, no auditório da Cesma. Entrada Franca.


Assessoria de Comunicação Cesma

CESMA / Cineclube Lanterninha Aurélio / Cesma Vídeo/ Cesma Café

55 3222-8544 - Ramal 220



segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Cineclube Lanterninha Aurélio encerra o ano e apresenta: ‘Peões’

O Lanterninha Aurélio se despede de 2010 com a sua última exibição nas históricas quartas-feiras. Na mostra de dezembro foram quatro produções nacionais, da última década: Estômago (2007), Budapeste (2009), Falsa Loura (2008) e Peões (2004).


O filme ‘Peões’, de Eduardo Coutinho, encerra o ciclo ‘Cinema Brasil’, nesta quarta-feira, dia 29, 19h, no Auditório da Cesma.


Durante a sessão haverá votação para a escolha do ciclo de janeiro: Comédias Italianas; Ciclo Férias – a la Sessão da Tarde ou Remakes. O público também pode votar pelas redes socais do cineclube: Facebook, Twitter e Orkut.


Peões, 2004

Direção: Eduardo Coutinho

Brasil, Documentário, 85min


Sinopse

A história pessoal de trabalhadores da indústria metalúrgica do ABC paulista que tomaram parte no movimento grevista de 1979 e 1980, mas permaneceram em relativo anonimato. Eles falam de suas origens, de sua participação no movimento e dos caminhos que suas vidas trilharam desde então. Exibem souvenirs das greves, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas, comentam o efeito da militância política no âmbito familiar, dão sua visão pessoal de Lula e dos rumos do país.


A partir de Janeiro, as sessões e os debates ocorrerão nas segundas-feiras, 19h, no auditório da Cesma. Entrada Franca.


Assessoria de Comunicação Cesma

CESMA / Cineclube Lanterninha Aurélio / Cesma Vídeo/ Cesma Café

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