quarta-feira, 28 de abril de 2010

O Nome da Rosa - 28/04

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros

Encerramento do Ciclo: Cine Arquivo - Cineclube Lanterninha Aurélio e Curso de Arquivologia da UFSM

28/04/2010

O Nome da Rosa (Der Name Der Rose, Alemanha, 1986, 130 min)
Direção: Jean-Jacques Annaud
Apresentação e Debate: Carlos Blaya Perez

Em 1327 William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. William de Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro. William de Baskerville começa a investigar o caso, que se mostra bastante intrincando, além dos mais religiosos acreditarem que é obra do Demônio. William de Baskerville não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, chega no local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos em nome do Diabo. Considerando que ele não gosta de Baskerville, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.

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Cineclube Lanterninha Aurélio

Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - Entrada Franca

Auditório João Miguel de Souza

Rua: Professor Braga, 55 - 3º andar - Centro - Santa Maria / RS
55 3221 9165
55 322 8544

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domingo, 18 de abril de 2010

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O 9º FESTIVAL SANTA MARIA VÍDEO E CINEMA




A 9ª edição do Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC, acontece de 30 de agosto a 04 de setembro de 2010, com o tema Entre Fronteiras, para celebrar as parcerias formadas pelo festival.

Em 2010 o Homenageado Nacional será Rosemberg Cariry, cineasta e presidente do CBC - Congresso Brasileiro de Cinema. O Homenageado Local será Jair Alan, jornalista e crítico de cinema.

As inscrições para as Mostras Competitivas estão abertas no período de 18 de abril a 18 de junho (data de postagem) para curtas-metragens realizados em todo o país, com até 25 minutos, finalizados a partir de janeiro de 2009. As categorias de competição são animação, documentário e ficção para a Mostra Competitiva Nacional e Mostra Competitiva de Santa Maria e Região.

No mesmo período estão abertas as inscrições para a Mostra Nacional Competitiva de Videoclipes onde podem participar trabalhos de todo o país, também finalizados a partir de janeiro de 2009.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser obtidos no site: www.smvc.org.br ou pelo telefone (55) 9644 3691


SERVIÇO:

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 9º SANTA MARIA VÍDEO E CINEMA - SMVC.

ENTRE 18 DE ABRIL E 18 DE JUNHO DE 2010.

PELO SITE: www.smvc.org.br


Produção SMVC
Santa Maria Vídeo e Cinema
55 9644 3691

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Em Nome do Pai - 14/04 - Cineclube Lanterninha Aurélio

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros


Ciclo: Cine Arquivo - Cineclube Lanterninha Aurélio e Curso de Arquivologia da UFSM


14/04
Em Nome do Pai (In the Name of the Father, Irlanda/Grã Bretanha / EUA, 1993, 132 min)
Direção: Jim Sheridan


Baseado no livro autobiográfico Proved Innocent, de Gerry Conlon.

Em 1974, um atentado a bomba do IRA mata cinco pessoas num pub de Guilford, próximo à Londres. O jovem rebelde irlandês Gerry Conlon e três amigos são acusados pelo crime, presos e condenados. Giuseppe Conlon, pai de Gerry, tenta ajudar o filho e também é condenado, mas pede ajuda à advogada Gareth Peirce, que passa a investigar as irregularidades do caso.

Apresentação e Debate: Glaucia Konrad





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21/04 - Feriado

Próxima Exibição


28/04
O Nome da Rosa (Der Name Der Rose, Alemanha, 1986, 130 min)
Direção: Jean-Jacques Annaud
Apresentação e Debate: Carlos Blaya Perez




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Cineclube Lanterninha Aurélio

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ciclo: Cine Arquivo - Cineclube Lanterninha Aurélio e Curso de Arquivologia da UFSM

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros

Ciclo: Cine Arquivo

A Arquivologia é uma ciência que trata em espeial com a memória e o passado nos mais diferentes suportes (papel, vídeo, som, etc). O cinema sempre de alguma maneira tentou mostrar de alguma maneira essas relações passado e memória através de suas histórias nos telões. O Cineclube Lanterninha Aurélio em conjunto com o curso de Arquivologia da UFSM apresenta no mês de abril uma seleção de filmes que trata da importância da memória na sociedade e a relação intima que a Arquivologia tem nesse contexto de investigação.

07/04/2010


A Vingança do Arquivista (Santa Maria , 2009, 15min)
Direção: Marcel Ubaldo


"A Vingança do Arquivista", mais do que uma obra de humor negro, é uma oportunidade de questionar certas idéias ultrapassadas, e visões estereotipadas quanto à profissão que muitos dos Arquivistas vão desempenhar.



Uma Vida Iluminada (EUA, 2003, 100 min)
Direção: Liev Schreiber


Filme é baseado no primeiro livro de Jonathan Safran Foer, "Tudo se Ilumina"

Jonathan é um jovem judeu americano, que vai até a Ucrânia em busca da mulher que salvou a vida de seu avô na Segunda Guerra Mundial. Ele é auxiliado nessa viagem por Alex Perchov , um precário tradutor que mais atrapalha do que ajuda, e pelo avô de Alex, um motorista mal-humorado que anda sempre acompanhado de seu cachorro, batizado de Sammy Davis Jr.

Ao revisitar as mazelas da Segunda Guerra, Schreiber o faz de forma única, abrindo mão de todos os “clichês de filme de guerra”. A guerra aqui é revista da forma menos convencional possível. O Schreiber cineasta consegue com o longa, além desta revisita única a tempos tão difíceis, realizar um drama cômico como não se encontra atualmente.

Comentários: Glaucia Korand e Marcel Ubaldo



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Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - Entrada Franca


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segunda-feira, 29 de março de 2010

Sou Feia Mas Tô Na Moda - Encerrando o Ciclo Brasil de Todos os Sons - Cineclube Lanterninha Aurélio

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros

Encerramento do Ciclo Brasil de Todos os Sons
Mostra de Documentários Musicais Brasileiros

31/03/2010
Sou Feia Mas Tô Na Moda
Direção: Denise Garcia
2005 / 60 min


“É som de preto, de favelado, mas quando toca ninguém fica parado”

O funk carioca está repleto de MCs e bondes formados por mulheres. No mercado dos bailes, as atrações femininas são essenciais ao sucesso da noite. Envolvidos na produção destas festas estão equipes de som, empresários, DJs, donos e funcionários de clubes, equipes de iluminação, ambulantes vendendo comidas e bebidas nos locais e muitos freqüentadores. Trata-se de uma economia sendo sustentada pelo desejo e talento de uma enorme população que vive nas favelas e subúrbios cariocas.

As mulheres de atitude que participavam do movimento resolveram contra-atacar e começaram a segurar o microfone para passar as suas próprias mensagens. Assumiram-se como uma espécie de feministas, continuando com a linha vulgar e erotizada que os homens já vinham fazendo, mas na visão do sexo frágil, que já não era mais tão frágil assim. Personas como Tati Quebra Barraco se tornaram famosas e começaram a fazer shows em boates para riquinhos da Zona Sul carioca.

Sou Feia Mas Tô Na Moda (nome de uma das músicas de maior sucesso da Tati Quebra Barraco) também da voz à ala masculina, entrevistando o mais duradouro expoente do gênero o DJ Marlboro.






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Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - Entrada Franca

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Botinada! A Origem Do Punk no Brasil - 24/03/10 - Cineclube Lanterninha Aurélio

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Cesma Vídeo ( Locadora da Cesma )

Ciclo Brasil de Todos os Sons - Mostra de Documentários Musicais Brasileiros

24/03/2010

Botinada! A Origem Do Punk no Brasil
Direção: Gastão Moreira
2006 / 110 min


Botinada narra as origens do punk rock no Brasil, sua primeira fase (1976 - 1984) e o paradeiro de seus protagonistas. Foram 4 anos de pesquisa, 77 pessoas entrevistadas, milhares de horas nas ilhas de edição, 200 horas de vídeo e muitas imagens raras e inéditas compiladas pela primeira vez.

Foi por causa do punk que eu descobri que poderia montar uma banda, tocar e compor. Poderia basicamente qualquer coisa. Até mesmo arriscar fazer um documentário.

Resolvo então me concentrar na turbulenta chegada do movimento por aqui. Parto para a pesquisa. Começo a rastrear os entrevistáveis. Quem são? Onde estão? O que eles fazem hoje em dia? Me pego diante de uma insolúvel espécie de gincana norteado por pistas falsas.

Todo o material que encontro está em condições precárias: fitas de vídeo mofadas e jornais caindo aos pedaços. Não poderia ser diferente. Vou atrás de todos os vestígios, tento juntar o máximo de material possível antes que seja tarde. Os punks me recebem muito bem. Eles transbordam emoção e sinceridade nos depoimentos. Depois de duas décadas, conseguem o distanciamento necessário pra ver toda essa história com bom humor. Os ricos detalhes permanecem num arquivo empoeirado na memória.

Botinada traz à tona essa incrível história contada pelos punks que vivenciaram de corpo, alma e jaqueta de couro essa caótica jornada.

Texto : Gastão Moreira

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Entrevista com Gastão Moreira
http://programaaltofalante.uol.com.br/index.php?master=balaio&sub=dvd&ac=2&id=158

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http://www.youtube.com/watch?v=sZcm_buEcng ( Ratos de Porão Dificil de Entender )

http://www.youtube.com/watch?v=H96_WMS4ayw ( Os Replicantes - Festa Punk )

http://www.youtube.com/watch?v=nonVfQDcBLk ( Olho Seco - Nada )

http://www.youtube.com/watch?v=o6SxpQQzIYE&feature=fvw ( Inocentes - "Pânico em SP" )

http://www.youtube.com/watch?v=UqTT_O1PIvM (Garotos Podres - Papai Noel Velho Batuta )




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Próxima Exibição

31/03/2010

Sou Feia Mas Tô Na Moda / As Mulheres e o Funk Carioca

Direção: Denise Garcia


2005 / 60 min


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domingo, 14 de março de 2010

Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa - 17/03 - Cineclube Lanterninha Aurélio

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Cesma Vídeo ( Locadora da Cesma )


Ciclo: Brasil de Todos os Sons
Mostra de Documentários Musicais Brasileiros


17/03/2010
Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa
Direção: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
2008 / 90 min


As filmagens começaram logo no início da década de 80, quando Branco Mello comprou uma câmera VHS para registrar tudo o que acontecia com os Titãs nos shows, estúdios, quartos de hotéis, aeroportos, ensaios, enfim, os bastidores do intenso convívio da banda. Por mais de duas décadas Branco e seus companheiros captaram e arquivaram sons e imagens em vários formatos como VHS, Hi-8, Super 8 e mini DV.

Em 2002, Branco convidou o premiado diretor Oscar Rodrigues Alves para juntos dividirem o roteiro, a montagem e a direção do filme. Eles partiram das mais de 200 horas de material original organizado pela produtora Angela Figueiredo. De uma ampla pesquisa nas emissoras de TV, vieram os programas de auditório, videoclipes e entrevistas. A soma desse conteúdo revela personagens incríveis e momentos inesquecíveis: o início underground em São Paulo, o primeiro sucesso “Sonífera Ilha”, as prisões por envolvimento com drogas, o antológico show “Cabeça Dinossauro”, os bastidores das gravações do álbum “Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas”, o sucesso nos grandes festivais, as saídas de Arnaldo Antunes e Nando Reis, a morte trágica de Marcelo Fromer, as viagens pelo Brasil e o mundo.

O resultado é um documentário musical de longa-metragem que não apenas conta a história da banda, mas mostra a irreverência, a emoção, o bom humor e as aventuras dos Titãs desde os primórdios até hoje em dia. A história dos Titãs, contada pelos próprios Titãs.




Fonte: www.titas.net/filme

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Próximas Exibições

24/03/2010
Botinada! A Origem Do Punk no Brasil
Direção: Gastão Moreira
2006 / 110 min


31/03/2010
Sou Feia Mas Tô Na Moda / As Mulheres e o Funk Carioca
Direção: Denise Garcia
2005 / 60 min


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quarta-feira, 10 de março de 2010

Loki – Arnaldo Baptista - 10/03 - Cineclube Lanterninha Aurélio

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA - Santa Maria/RS - Desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
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Na última quarta-feira abrimos o mês de março com a exibição do documentário "Vinícius" que contou com uma apresentação do conjunto "Os filhos da Outra" homenageando o nosso "poeta do haver", contamos com um público de aproximadamente 80 pessoas.
Dando continuidade à Mostra de Documentários Musicais Brasileiros que iniciou em fevereiro, o Cineclube Lanterninha Aurélio nesse dia 10/03 vai exibir o documentário Loki.

10/03/2010
Loki – Arnaldo Baptista
Direção: Paulo Henrique Fontenelle
2009 / 120 min


A cinebiografia de Arnaldo Baptista, fundador dos Mutantes, tem sua narrativa contada por depoimentos emocionantes do próprio Arnaldo, O documentátio revela a trajetória de um dos maiores nomes do rock brasileiro.

É embalado por músicas que marcaram época. Depoimentos fortes e imagens raras ilustram a rica e muitas vezes misteriosa história de vida do compositor, cantor, baixista e pianista. A narrativa é ao mesmo tempo poética, dramática e divertida, costurada com delicadeza por entrevistas emocionantes do artista, enquanto o próprio pinta um imenso e emblemático quadro.

Loki traz a trajetória de Arnaldo desde a infância, passando pela fase de maior sucesso como líder dos Mutantes, pelo casamento com a cantora Rita Lee e, depois, a separação. Passa também pela depressão que devastou sua vida após o fim do grupo e que o levou a tentar o suicídio, sua carreira solo, a reaproximação com o irmão e integrante dos Mutantes Sérgio Dias, culminando com a volta da banda em 2006 (com Zélia Duncan no lugar de Rita Lee) e com o show em homenagem à Tropicália realizado no Barbican Centre, em Londres.

Registros recentes de Arnaldo em Juiz de Fora (MG), onde mora com a mulher, Lucinha Barbosa, mostram o atual estado de espírito do artista, que ainda toca piano, teclado, bateria e baixo, mas hoje dedica a maior parte de seu tempo à pintura. Todas as fases da vida do músico são lembradas sob diferentes pontos de vista.

Com depoimentos de : Tom Zé, Sérgio Dias, Nelson Motta, Gilberto Gil, Roberto Menescal, Liminha, Sean Lennon, Nelson Motta, Lobão, Dinho Leme, Rogério Duprat, Kurt Cobain, Sean Lennon, Devendra Banhart e Zélia Duncan.



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Produzido, finalizado e distribuído de forma independente pelo Canal Brasil, que pela primeira vez assina a produção de um longa-metragem.

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http://www.youtube.com/watch?v=EtBNhIAiO28

http://www.youtube.com/watch?v=V8OO1E33wng&feature=related
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http://coralx.ufsm.br/fazendoarte/alfa/news.php?readmore=1017
http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,1300,2832800,14266

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Próximas Exibições


17/03/2010
Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa

Direção: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
2008 / 95 min

24/03/2010
Botinada! A Origem Do Punk no Brasil

Direção: Gastão Moreira
2006 / 110 min

31/03/2010
Sou Feia Mas Tô Na Moda / As Mulheres e o Funk Carioca

Direção: Denise Garcia
2005 / 60 min

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Cartola – Música Para Os Olhos - Cineclubismo Itinerante

A Mocidade Exalta a Sétima Arte

Cineclubismo Itinerante

Cineclube Lanterninha Aurélio / Tv Ovo / Cesma

Exibição do Documentário

Cartola – Música Para Os Olhos

Direção e Roteiro : Lírio Ferreira e Hilton Lacerda
Documentário, 85 min, 2006


A história de um dos compositores mais importantes da música brasileira. A história do samba a partir de um dos seus expoentes mais nobres. Utilizando linguagem fragmentada, CARTOLA traça um painel da formação cultural do Brasil, convidando a uma reflexão na construção da memória deste país. O retrato de um homem que se reconstruia com seu tempo.


Junto com um grupo amigos sambistas do morro, Cartola criou o Bloco dos Arengueiros, cujo núcleo em 1928 fundou a Estação Primeira de Mangueira. Ele compôs também o primeiro samba para a escola de samba, "Chega de Demanda". Os sambas de Cartola se popularizaram na década de 1930, em vozes ilustres como Araci de Almeida, Carmen Miranda, Francisco Alves, Mário Reis e Silvio Caldas.

Mas no início da década seguinte, Cartola desapareceu do cenário musical carioca e chegou a ser dado como morto. Pouco se sabe sobre aquele período, além do sambista ter brigado com amigos da Mangueira, ter ficado abatido com a morte de Deolinda, a mulher com quem vivia.

Cartola só foi reencontrado em 1956 pelo jornalista Sérgio Porto (mais conhecido como Stanislaw Ponte Preta), trabalhando como lavador de carros em Ipanema. Graças a Porto, Cartola voltou a cantar, levando-o a programas de rádio e fazendo-o compor novos sambas para serem gravados. A partir daí, o compositor é redescoberto por uma nova safra de intérpretes.

Em 1964, o sambista e sua nova esposa, Dona Zica, abriram um restaurante na rua da Carioca, o Zicartola, que promovia encontros de samba e boa comida, reunindo a juventude da zona sul carioca e os sambistas do morro. O Zicartola fechou as portas algum tempo depois, e o compositor continuou com seu emprego publico e compondo seus sambas.

Em 1974, aos 66 anos, Cartola gravou o primeiro de seus quatro discos-solo, e sua carreira tomou impulso de novo com clássicos instantâneos como "As Rosas Não Falam", "O Mundo é um Moinho", "Acontece", "O Sol Nascerá" (com Elton Medeiros), "Quem Me Vê Sorrindo" (com Carlos Cachaça), "Cordas de Aço", "Alvorada" e "Alegria". No final da década de 1970, mudou-se da Mangueira para uma casa em Jacarepaguá, onde morou até a morte, em 1980.



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Quando: Sábado 06/03/2010
20h - Entrada Franca
Local: Escola Mocidade Independente das Dores

Alameda Santiago Do Chile nº 242 Atrás do Fórum
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Realização:

Cesma / Cineclube Lanterninha Aurélio / Tv Ovo

quarta-feira, 3 de março de 2010

Vinícius de Moraes - ganha homenagem em pocket show e exibição no cineclube lanterninha aurélio

Cineclube Lanterninha Aurélio
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Ciclo Brasil de Todos os Sons / Mostra de Documentários Musicais Brasileiros

03/03/2010
Vinícius de Moraes

Direção: Miguel Faria Jr.
2005 / 120 min

"O cinema são os olhos do primeiro homem em êxtase contínuo, em descoberta contínua de todas as imagens, da imagem pura, que é a sua própria continuidade. " Vinícius de Moraes* 1942 .

“A Vida é a Arte do Encontro...”

Antes da exibição às 18h00 o grupo musical “Os Filhos da Outra” propõe um repertório musical em homenagem ao Poeta do Haver.

* Vinícius de Moraes poeta essencialmente lírico, o poetinha (como ficou conhecido) notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida.

Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical, o poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell e Carlos Lyra. A montagem de um show é o ponto de partida para a reconstituição de uma trajetória sem paralelos no cenário cultural do país.
A vida, os amigos, os amores de Vinícius de Moraes, autor de mais de 400 poesias e cerca de 400 letras de música. A essência criativa do artista e filósofo do cotidiano e as transformações do Rio de Janeiro através de raras imagens de arquivo, entrevistas e interpretação de muitos de seus clássicos.

Com depoimentos e atuações musicais de: Caetano Veloso, Carlos Lyra, Chico Buarque, Ferreira Gullar, Edu Lobo, Francis Hime, Gilberto Gil, Miúcha, Maria Bethânia, Tonia Carrero, Toquinho, Yamandú Costa, Adriana Calcanhoto, Mariana de Moraes, Sérgio Cassiano, Zeca Pagodinho e Mart`nália.

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Dica de Site : www.viniciusdemoraes.com.br com a biografia / discografia / artigos / textos / letras / fotos / cinema e audição de músicas.
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Os Filhos da Outra



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Próximas Exibições

10/03/2010
Loki – Arnaldo Baptista
Direção: Paulo Henrique Fontenelle
2009 / 120 min

17/03/2010
Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa
Direção: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
2008 / 95 min

24/03/2010
Botinada! A Origem Do Punk no Brasil
Direção: Gastão Moreira
2006 / 110 min

31/03/2010
Sou Feia Mas Tô Na Moda / As Mulheres e o Funk Carioca
Direção: Denise Garcia
2005 / 60 min


Cineclube Lanterninha Aurélio

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Auditório João Miguel de Souza

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ciclo : Brasil de Todos os Sons - Mostra de Documentários Musicais Brasileiros

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA -Santa Maria/RS - desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria
Cesma Vídeo ( Locadora da Cesma )

Ciclo Brasil de Todos os Sons - Mostra de Documentários Musicais Brasileiros


Fevereiro

03/02/2010
Rua da Escadinha 162
Direção: Márcio Câmara
2003 / 18 min (Acervo Programadora Brasil)


Documentário sobre o Museu Christiano Câmara, que contém mais de 20 mil peças em sua coleção, incluindo discos de vinil, fotografias, revistas e enciclopédias. Christano, que começou como um simples colecionador, é hoje uma das mais importantes referências culturais em todo o país.




Noel - Poeta da Vila
Direção: Ricardo Van Steen
2006 / 110 min


Aos 17 anos Noel Rosa (Rafael Raposo) é um jovem engraçado, que possui um defeito no queixo e gosta de improvisar quadras debochadas para os amigos. Noel estuda medicina e toca numa banda regional, com outros garotos do bairro.
Noel gosta da companhia de operários, negros favelados e prostitutas, com quem rapidamente faz amizade. Até que um dia conhece Ismael Silva (Flávio Bauraqui), compositor que o desafia a compor um samba. Noel usa uma paródia ao Hino Nacional para compor "Com Que Roupa?", que faz grande sucesso nas rádios de todo país. A partir de então ele se dedica de vez ao mundo do samba. Entre juras de amor e duelos de samba, o irreverente filósofo do samba dribla os professores, a família e até a polícia pra viver uma vida intensa, regada a muita bebida e cigarro.
O longa ainda mostra os grandes parceiros de Noel, além do já citado Ismael, temos a oportunidade conhecer os grandes cantores da época de ouro do rádio, como Wilson Batista, Francisco Alves, Aracy de Almeida, Papagaio e Cartola.




10/02/2010
Nelson Sargento
Direção : Estevão Ciavatta
1997 / 22 min (Acervo Programadora Brasil)

Retrato biográfico do sambista Nelson Sargento durante uma visita ao Morro da Mangueira – Rio de Janeiro, compositor de Agoniza mas não morre um dos sambas mais aplaudidos na história da nossa música.

Batuque na Cozinha
Direção : Anna Azevedo
2004 / 20 min (Acervo Programadora Brasil)

O filme apresenta as “tias” Eunice, Doca e Surica – Pastoras da Velha Guarda da Portela, conhecidas e respeitadas no mundo do samba por comandar tradicionais rodas de fundo de quintal, eventos que remontam ao século 19, quando baianas da Praça XI, como Tia Ciata, abriam seus quintais para batucadas, umbigadas, capoeira e samba. “O samba nasceu e cresceu no quintal dessas tias”, afirma Tia Eunice.


O Mundo é uma Cabeça
Direção: Bidu Queiroz e Cláudio Barros
2004 / 17 mim ( Acervo Programadora Brasil )

O mundo é uma cabeça é um registro do movimento musical pernambucano manguebeat., movimento criado na primeira metade dos anos 90 em Recife, que mistura ritmos regionais com rock, hip hop, maracatu e música eletrônica.

Com depoimentos de Chico Science, Fred 04, Otto, Mestre Ambrósio, Siba Veloso, o documentário traz imagens de shows e revela como o movimento foi criado.

Manuel Inácio e a música do começo do mundo
Direção: Leonardo Alves
15 min / 2008 (Acervo Revelando Os Brasis - vol 2 )

Manuel Inácio, 85 anos, agricultor, aprendeu a tocar pife com o pai aos 12 anos idade. Detentor de um vasto repertório musical, aprendido de ouvido, é admirado por todos os pifeiros que o conhece. Mas, em 2004, morre a amada do velho pifeiro levando-o a fazer um juramento de nunca mais tocar.

O pífano é um instrumento tradicional da Região Nordeste no Brasil. Seus "tocadores", em sua maioria, são camponeses semi ou completamente analfabetos que herdam o segredo da confecção do instrumento e tocam por intuição, ou, comumente, de ouvido. Nessa região ainda se encontram as tradicionais "Bandas de Pífanos".

Jorjão
Direção : Paulo Tiefenthaler
2005 / 18 min (Acervo Programadora Brasil)


Um perfil do diretor de bateria de escolas de samba, Mestre Jorjão. Ele fala da sua relação com os ritmistas, da sua criatividade na hora de criar as famosas "Paradinhas\", da polêmica que causou ao introduzir uma batida funk na bateria da Unidos da Viradouro e de como começou na bateria da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel. O filme traz fortes imagens da bateria da Mocidade evoluindo no desfile de carnaval na Avenida Marquês de Sapucaí sob comando do mestre




17/02/2010
Fabricando Tom Zé
Direção: Décio Matos Jr
2007 / 90 min


Tom Zé é considerado uma das figuras mais originais da música popular brasileira. Ele nasceu em Irará, no interior da Bahia. Lá aprendeu a tocar violão e começou a fazer suas primeiras canções, que eram sobre pessoas e acontecimentos locais. Apesar de não considerar sua voz propícia para o canto, Tom Zé mudou-se para Salvador e conseguiu uma bolsa para cursar a Faculdade de Música da Bahia. Em 1968 foi a São Paulo, levado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, para integrar-se ao movimento tropicalista. Porém, pouco após ganhar o festival de música da TV Record com a canção "São Paulo, Meu Amor", Tom Zé caiu no esquecimento, por manter-se fiel aos seus ideais.

Nos anos 70, fez trabalhos experimentais e experimentou o ostracismo. "Ele é o mais tropicalista dos tropicalistas. Caetano, Gil e Gal optaram por caminhos mais sensíveis, sem se comprometer. Tom Zé acabou ficando com a fama de artista excêntrico por conta de experiências musicais com enceradeiras e, também, por hábitos inusitados.

Foi apenas nos anos 90 que Tom Zé foi redescoberto, quando o artista David Byrne lançou alguns de seus discos fora do país. A partir de então Tom Zé passou a ter uma carreira sólida no exterior, onde tornou-se mais popular do que dentro de seu próprio país.

O filme mistura diferentes formatos de vídeo, digital , super 8 e animação para mostrar uma detalhada visão do universo musical de Tom Zé, cujo fio condutor é sua turnê pela Europa em 2005.




24/02/2010
Simonal - Ninguém sabe o duro que dei
Direção: Cláudio Manoel / Micael Langer / Calvito Leal
2009 / 90 min


História da ascensão e queda de Wilson Simonal(1938-2000), cantor que conseguiu status de estrela numa época em que no Brasil isso era raridade para artistas negros. De origem humilde, ele ganhou destaque na televisão nos anos de 1960, rivalizando com o domínio de Roberto Carlos e outros ídolos da Jovem Guarda. No auge da fama, dividiu o palco com a cantora Sarah Vaughan, em visita ao Brasil. Acompanhou a seleção brasileira ao México na conquista do tricampeonato, em 1970, e até arriscou a reflexão política sobre a negritude, na canção "Tributo a Martin Luther King", composta em parceria com Ronaldo Bôscoli.

Um incidente nunca esclarecido, envolvendo agentes do DOPS e seu contador Raphael Viviani, lançaram sobre ele um processo criminal e a suspeita de que fosse delator para as forças de repressão.
Simonal estava desconfiado que o contador estava roubando dele , então o demitiu , então o contador moveu uma ação trabalhista contra o cantor. Em agosto de 1971, Simonal recrutou dois amigos (um deles seu segurança) militares para dar "uma lição" no contador. O contador foi torturado, inclusive com choques elétricos, e teve sua família ameaçada de morte. Afinal, acabou assinando a confissão de culpa no desfalque.
O que Simonal não contava era que a mulher do contador havia dado queixa à polícia pelo sequestro do marido. E quando este voltou para casa, a mulher o convenceu a entrar com outro processo contra Simonal.

Esse processo foi muito desgastante para Simonal e sua família, caiu em absoluto esquecimento a partir da década de 1980.
É como se milhares de discos não tivessem sido vendidos , os fotógrafos passaram a ignorar sua presença pública, os shows diminuiram, os artistas da época não deram apoio. Assim vieram os problemas com o alcoolismo vindo a morrer pelas complicações da bebida.

O documentário conta com depoimentos de Ziraldo, Chico Anísio , Nelson Motta , Tony Tornado , o contador Raphael Vivian, Sandra Cerqueira sua segunda esposa e dos filhos Max de Castro e Wilson Simoninha.



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Março

03/03/2010
Vinícius
Direção: Miguel Faria Jr.
2005 / 120 min


"O cinema são os olhos do primeiro homem em êxtase contínuo, em descoberta contínua de todas
as imagens, da imagem pura, que é a sua própria continuidade. "

Vinícius de Moraes*


“A Vida é a Arte do Encontro...”

Antes da exibição às 18h00 o grupo musical “Os Filhos da Outra” propõe um repertório musical em homenagem ao Poeta do Haver.


* Vinicius de Moraes poeta essencialmente lírico, o poetinha (como ficou conhecido) notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador. O poetinha casou-se por nove vezes ao longo de sua vida.

Sua obra é vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música. No campo musical, o poetinha teve como principais parceiros Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell e Carlos Lyra. A montagem de um show é o ponto de partida para a reconstituição de uma trajetória sem paralelos no cenário cultural do país.
A vida, os amigos, os amores de Vinicius de Moraes, autor de mais de 400 poesias e cerca de 400 letras de música. A essência criativa do artista e filósofo do cotidiano e as transformações do Rio de Janeiro através de raras imagens de arquivo, entrevistas e interpretação de muitos de seus clássicos.

Com depoimentos e atuações musicais de: Caetano Veloso, Carlos Lyra, Chico Buarque, Ferreira Gullar, Edu Lobo, Francis Hime, Gilberto Gil, Miúcha, Maria Bethânia, Tonia Carrero, Toquinho, Yamandú Costa, Adriana Calcanhoto, Mariana de Moraes, Sérgio Cassiano, Zeca Pagodinho e Mart`nália.

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Dica de Site : www.viniciusdemoraes.com.br com a biografia / discografia / artigos / textos / letras / fotos / cinema e audição de músicas.



10/03/2010
Loki – Arnaldo Baptista
Direção: Paulo Henrique Fontenelle
2009 / 120 min


A cinebiografia de Arnaldo Baptista, fundador dos Mutantes, tem sua narrativa costurada por depoimentos emocionantes do artista, enquanto o próprio pinta um quadro emblemático. Embalado por músicas que marcaram época, o filme revela a trajetória de um dos maiores nomes do rock brasileiro.

O Documentário é embalado por músicas que marcaram época. Depoimentos fortes e imagens raras ilustram a rica e muitas vezes misteriosa história de vida do compositor, cantor, baixista e pianista. A narrativa é ao mesmo tempo poética, dramática e divertida, costurada com delicadeza por entrevistas emocionantes do artista, enquanto o próprio pinta um imenso e emblemático quadro.

É embalado por músicas que marcaram época. Depoimentos fortes e imagens raras ilustram a rica e muitas vezes misteriosa história de vida do compositor, cantor, baixista e pianista. A narrativa é ao mesmo tempo poética, dramática e divertida, costurada com delicadeza por entrevistas emocionantes do artista.

Loki traz a trajetória de Arnaldo desde a infância, passando pela fase de maior sucesso como líder dos Mutantes, pelo casamento com a cantora Rita Lee e, depois, a separação. Passa também pela depressão que devastou sua vida após o fim do grupo e que o levou a tentar o suicídio, sua carreira solo, a reaproximação com o irmão e integrante dos Mutantes Sérgio Dias, culminando com a volta da banda em 2006 (com Zélia Duncan no lugar de Rita Lee) e com o show em homenagem à Tropicália realizado no Barbican Centre, em Londres.

Registros recentes de Arnaldo em Juiz de Fora (MG), onde mora com a mulher, Lucinha Barbosa, mostram o atual estado de espírito do artista, que ainda toca piano, teclado, bateria e baixo, mas hoje dedica a maior parte de seu tempo à pintura. Todas as fases da vida do músico são lembradas sob diferentes pontos de vista.

Com depoimentos de Tom Zé, Sérgio Dias, Nelson Motta, Gilberto Gil, Roberto Menescal, Liminha, Sean Lennon, Nelson Motta, Lobão, Dinho Leme, Rogério Duprat, Kurt Cobain, Sean Lennon e Devendra Banhart



17/03/2010
Titãs - A Vida Até Parece Uma Festa
Direção: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
2008 / 95 min


Quando o disco "Cabeça Dinossauro" foi lançado, Branco Mello comprou uma câmera já pensando em fazer um documentário e com seus companheiros de banda começou a registrar tudo que acontecia com eles.

Eles partiram das mais de 200 horas de material original e de uma ampla pesquisa nas emissoras de TV, vieram os programas de auditório, videoclipes e entrevistas.

A soma desse conteúdo revela personagens incríveis e momentos inesquecíveis: o início underground em São Paulo, o primeiro sucesso Sonífera Ilha, as prisões por envolvimento com drogas, o antológico show Cabeça Dinossauro, os bastidores das gravações do álbum Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas, o sucesso nos grandes festivais, as saídas de Arnaldo Antunes e Nando Reis, a morte trágica de Marcelo Fromer, as viagens pelo Brasil e o mundo.

O resultado é um documentário musical de longa-metragem que não apenas conta a história da banda, mas mostra a irreverência, a emoção, o bom humor e as aventuras dos Titãs desde os primórdios até hoje em dia. A história dos Titãs, contada pelos próprios Titãs.




24/03/2010
Botinada! A Origem Do Punk no Brasil
Direção: Gastão Moreira
2006 / 110 min


Botinada narra as origens do punk rock no Brasil, sua primeira fase (1976 - 1984) e o paradeiro de seus protagonistas. Foram 4 anos de pesquisa, 77 pessoas entrevistadas, milhares de horas nas ilhas de edição, 200 horas de vídeo e muitas imagens raras e inéditas compiladas pela primeira vez.

Foi por causa do punk que eu descobri que poderia montar uma banda, tocar e compor. Poderia basicamente qualquer coisa. Até mesmo arriscar fazer um documentário.
Resolvo então me concentrar na turbulenta chegada do movimento por aqui. Parto para a pesquisa. Começo a rastrear os entrevistáveis. Quem são? Onde estão? O que eles fazem hoje em dia? Me pego diante de uma insolúvel espécie de gincana norteado por pistas falsas.

Todo o material que encontro está em condições precárias: fitas de vídeo mofadas e jornais caindo aos pedaços. Não poderia ser diferente. Vou atrás de todos os vestígios, tento juntar o máximo de material possível antes que seja tarde. Os punks me recebem muito bem. Eles transbordam emoção e sinceridade nos depoimentos. Depois de duas décadas, conseguem o distanciamento necessário pra ver toda essa história com bom humor. Os ricos detalhes permanecem num arquivo empoeirado na memória.
Botinada traz à tona essa incrível história contada pelos punks que vivenciaram de corpo, alma e jaqueta de couro essa caótica jornada.

Gastão Moreira



31/03/2010
Sou Feia Mas Tô Na Moda
Direção: Denise Garcia
2005 / 60 min


O funk carioca está repleto de MCs e bondes formados por mulheres. No mercado dos bailes, as atrações femininas são essenciais ao sucesso da noite. Envolvidos na produção destas festas estão equipes de som, empresários, DJs, donos e funcionários de clubes, equipes de iluminação, ambulantes vendendo comidas e bebidas nos locais e muitos freqüentadores. Trata-se de uma economia sendo sustentada pelo desejo e talento de uma enorme população que vive nas favelas e subúrbios cariocas.

As mulheres de atitude que participavam do movimento resolveram contra-atacar e começaram a segurar o microfone para passar as suas próprias mensagens. Assumiram-se como uma espécie de feministas, continuando com a linha vulgar e erotizada que os homens já vinham fazendo, mas na visão do sexo frágil, que já não era mais tão frágil assim. Personas como Tati Quebra Barraco se tornaram famosas e começaram a fazer shows em boates para riquinhos da Zona Sul carioca.

Sou Feia Mas To Na Moda (nome de uma das músicas de maior sucesso da Tati Quebra Barraco) também da voz à ala masculina, entrevistando o mais duradouro expoente do gênero o DJ Marlboro.



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Cineclube Lanterninha Aurélio

Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - entrada franca
Auditório João Miguel de Souza - Centro Cultural Cesma – 3º andar
Rua Professor Braga, 55 - Centro - Santa Maria / RS
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Cineclubismo itinerante Escola Mocidade Independente das Dores


A Mocidade Exalta a Sétima Arte

Cineclubismo itinerante

Exibição de Filmes de Samba ( cineclube lanterninha / programadora brasil )


Alma Craioca - Um Choro de Menino / 5 min / 2002

Nelson Sargento / 1997 / 20 min

Batuque na Cozinha / 2004 / 20 min

Jorjão / 2005 / 20 min


Após a exibição

Roda de Samba + Show com a bateria da Escola Mocidade Independente das Dores

quando: sábado 06/02/2010
21h - entrada franca
local: Escola Mocidade Independente das Dores

Alameda Santiago Do Chile nº 242 Atrás do Fórum


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Parcerias / Apoios

Escola de Samba Mocidade Independente das Dores

Cesma

Cineclube Lanterninha Aurélio / Cineclubismo itinerante

Programadora Brasil / Central de Acesso ao Cinema Brasileiro

Bunker Média / Estúdio Fotográfico Escola de Fotografia

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ciclo : Made In Brasil - Janeiro 2010

Cineclube Lanterninha Aurélio
Projeto Cultural CESMA -Santa Maria/RS - desde 1978
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria

Janeiro 2010

Ciclo : Made In Brasil

Neste mês de janeiro preparamos um ciclo que traz alguns filmes brasileiros que percorreram festivais nacionais e internacionais nos últimos anos de 2000. Ao longo do ano, pretendemos dar conta dessa nova filmografia brasileira produzida na última dácada e que está disponível na locadora da CESMA.


06/01/2010

O Velho Guerreiro Não Morrerá
O Cangaceiro de Lima Barreto 50 anos


Documentário: 2008 / 20 min
Direção : Paulo Duarte

O primeiro filme brasileiro a ganhar um prêmio internacional e projetar o Brasil no exterior foi "O Cangaceiro" de Lima Barreto. Mas como uma triste analogia à realidade do próprio cinema brasileiro, o talento de seu criador não seria reconhecido à altura. Lima Barreto passaria o resto da vida lutando para voltar aos filmes, enquanto seu filme fazia a fortuna de uma empresa estrangeira lançado em mais de 80 países.

Este documentário propõe uma análise dos rumos de nosso cinema nas palavras daqueles que criaram "O Cangaceiro" e dos dois cineastas mais bem-sucedidos da história do cinema brasileiro: Anselmo Duarte (único brasileiro ganhador da Palma de Ouro em Cannes pelo file "O Pagador de Promessas") e Fernando Meirelles (4 indicações ao Oscar por "Cidade de Deus").

( apoio 8º Santa Maria Vídeo e Cinema )

Prêmios

16° Gramado Cine Vídeo ( CATEGORIA VÍDEO INDEPENDENTE BRASILEIRO )
8º Santa Maria Vídeo e Cinema ( melhor curta-metragem, documentário e edição ) 2009



06/01/2010

Tapete Vermelho

2007 / 100 min
Direção : Luiz Alberto Pereira

Quinzinho (Matheus Nachtergaele) mora em uma roça bem distante de qualquer cidade grande. Decidido a cumprir uma promessa, ele decide levar seu filho Neco de 9 anos, para assistir a um filme estrelado por Mazzaropi em uma sala de cinema, assim como fez seu pai quando era garoto.

Desejando cumprir a promessa a qualquer custo, Quinzinho, sua esposa Zulmira (Gorete Milagres), Neco e o burro Policarpo viajam pelas cidades em busca de um cinema que possa exibir o filme. Na jornada, eles encontram peculiaridades regionais e passam por situações mágicas, relacionadas à crendice popular.

Prêmios

- Ganhou 3 prêmios no Cine PE - Festival de Pernambuco, nas categorias de Melhor Ator (Matheus Nachtergaele), Melhor Atriz (Gorete Milagres) e Melhor Roteiro.

- Ganhou o Lente de Cristal de Melhor Ator (Matheus Nachtergaele), no Festival de Cinema Brasileiro de Miami.

- Ganhou 2 prêmios no Prêmio Fiesp/Sesi-SP do Cinema Paulista, nas categorias de Melhor Ator (Matheus Nachtergaele) e Melhor Atriz (Gorete Milagres). Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Rosi Campos), Melhor Roteiro e Melhor Direção de Arte.

- Recebeu 2 indicações ao Prêmio ACIE de Cinema, nas categorias de Melhor Ator (Matheus Nachtergaele) e Melhor Roteiro.



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13/01/2010

Futebol Sociedade Anônima

Pelotas / RS / 2009 / 15min
Direção : Cíntia Langie e Rafael Andrezza

O Curta foi gravado em duas etapas. A primeira no campo de futebol da antiga Estação Ferroviária do bairro Simões Lopes e a segunda em diversos locais da cidade. Tendo o futebol como fio condutor, o curta brinca com alguns temas próprios das relações humanas, como desejos e frustrações.

Prêmios

Júri Popular Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação, em Pelotas

E outros prêmios na cidade de Pelotas




13/01/2010

Linha de Passe

2008 / 108 min (classificação etária: 16 anos )
Direção : Walter Salles , Daniela Thomas

São Paulo. Reginaldo é um jovem que procura seu pai obsessivamente. Dario sonha em se tornar jogador de futebol mas, aos 18 anos, vê a idéia cada vez mais distante. Dinho dedica-se à religião. Dênis enfrenta dificuldades em se manter, sendo também pai involuntário de um menino. Os quatro são irmãos, tendo sido criados por Cleuza , sua mãe, que trabalha como empregada doméstica e está mais uma vez grávida, de pai desconhecido. Eles precisam lidar com as transformações religiosas pelas quais o Brasil passa, assim como a inserção no meio do futebol e a ausência de uma figura paterna.

Prêmios

FESTIVAL DE CANNES
Melhor Atriz - Sandra Corveloni

Festival de Havana
Melhor atuação feminina - Sandra Corveloni

Melhor Filme do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte



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20/01/2010

O Cheiro do Ralo

2007 / 112 min (classificação etária: 16 anos )
Direção : Heitor Dhalia

Lourenço (Selton Mello) é o dono de uma loja que compra objetos usados. Aos poucos ele desenvolve um jogo com seus clientes, trocando a frieza pelo prazer que sente ao explorá-los, já que sempre estão em sérias dificuldades financeiras. Ao mesmo tempo Lourenço passa a ver as pessoas como se estivessem à venda, identificando-as através de uma característica ou um objeto que lhe é oferecido. Incomodado com o permanente e fedorento cheiro do ralo que existe em sua loja. Lourenço é colocado em confronto com o universo e os personagens que o julgava controlar, isso o obriga a uma reavaliação de sua visão de mundo e o conduz de forma inexorável, para um trágico desfecho . De certo modo, sua coleção de tipos se rebela e se volta contra ele

Prêmios

30ª Mostra Internacional de Cinema

Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro

Melhor Filme pela Crítica International, Prêmio Especial do Júri e Melhor Ator (Selton Mello)

Mostra Internacional BR de Cinema de São Paulo

Prêmio Bandeira Paulista de Melhor Filme, Prêmio da Crítica e Menção Honrosa ao Elenco.

Sundance Film Festival


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27/01/2010

A Festa da Menina Morta

2008 / 110 min ( classificação etária: 18 anos )
Direção : Matheus Nachtergaele

Há 20 anos uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da mãe recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia

Prêmios

FESTIVAL DE GRAMADO

Melhor Filme - Júri Popular
Prêmio Especial do Júri
Melhor Ator - Daniel de Oliveira
Melhor Fotografia
Melhor Música
Prêmio da Crítica

FESTIVAL DO RIO
Melhor Diretor - Matheus Nachtergaele
Melhor Ator - Daniel de Oliveira

FESTIVAL DE CHICAGO
Melhor Filme - categoria Novos Diretores

FESTIVAL DE CINEMA LUSO-BRASILEIRO
Melhor Ator - Daniel de Oliveira

FESTIVAL DE CINEMA BRASILEIRO DE LOS ANGELES
Melhor Roteiro
Melhor Fotografia

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS CRÍTICOS DE ARTE
Melhor Filme
Melhor Fotografia




Cineclubismo: 82 anos democratizando o audiovisual brasileiro!

NÓS SOMOS O PÚBLICO!


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Cineclube Lanterninha Aurélio

Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - entrada franca
Auditório João Miguel de Souza - Centro Cultural Cesma – 3º andar
Rua Professor Braga, 55 - Centro - Santa Maria / RS
Telefone - 55 3221 9165 - 3222 8544

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Cartaz: crédito ( Paulo Henrique Teixeira )
Colaborou: Francine Nunes , 8º Santa Maria Vídeo e Cinema e Locadora Da Cesma .

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Felicitações da FICC


Federação Internacional de Cineclubes (FICC)

Feliz Año Parceiros amigos


en nombre de la comunidad de Software Libre Argentina les deseamos a todos los amigos del Foro Entre Fronteras tengan un feliz Año Nuevo

feliz 2010



mensagem de gabo rodríguez
diretamente do méxico ( parceiro do lanterninha e no cineclubismo pelo mundo )

cineclubismo global
http://mundokino.net

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

“Roube Este Filme I” e “Roube Este Filme II” em exibição 23.12.09

Cineclube Lanterninha Aurélio
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Projeto Cultural CESMA -Santa Maria/RS - desde 1978
Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria

Ciclo copy, right? – 2º Sessão

23/12/2009


Dando sequência ao ciclo “copy, right?”, o BaixaCultura.org e o Cineclube Lanterninha Aurélio novamente orgulhosamente apresentam os filmes “Roube Este Filme I” e “Roube Este Filme II”, dois capítulos-documentários sobre a complexa relação entre o compartilhamento de arquivos via web, a dita propriedade destes arquivos, e como a internet insere novas possibilidades que bagunçam tudo aquilo que pensávamos estar estruturado sobre direitos de autor, pirataria digital e formas de distribuição e circulação da cultura na sociedade. Ambos filmes são dirigidos pelo inglês Jamie King e produzidos pela misteriosa The League of Noble Peers,um grupo de produtores que pouco mais se sabe além do fato deles serem alemães e ingleses e terem produzidos as duas partes de “Roube Este Filme”.

[A liga parece ter um modo de atuação, digamos assim, parecido ao do coletivo italiano Wu Ming, especialmente no caso do autor-fantasma (ou coletivo) Luther Blisset, detalhado brilhantemente no livro Guerrilha Psíquica, da ótima coleção Baderna da Editora Conrad. Saca a fala do grupo, presente no Roube Este Filme II: "People always ask us, who are The League of Noble Peers? And we tell them: You are, I am, even your bank manager is... insert yourself here, because we all produce information now, we all reproduce information, we all distribute it...]

O primeiro Roube Este Filme (no original, Steal this film), lançado em 2006 via arquivo torrent na própria página oficial do documentário, tem como ponto central a forma como entidades de lobby, como a MPAA (Motion Picture of America, a associação dos grandes estúdios de cinema dos Estados Unidos), trabalharam sua influência sobre as autoridades na Suécia para causar um ataque ao Pirate Bay em maio de 2006, quando a empresa onde ficavam hospedados os servidores do site (o host) foi invadida por policiais e teve os seus computadores apreendidos. Para contar essa história em 32 minutos, os produtores entrevistaram desde os responsáveis pelo Pirate Bay até produtores e dirigentes da indústria do entretenimento, passando ainda por figurões de Hollywood (como o ator Richard Dreyfuss, autor de uma das falas mais lúcidas sobre a polêmica toda), membros do Partido Pirata Sueco e usuários de tecnologias de compartilhamento de arquivos.

Os que visitam essa página faz algum tempo devem se lembrar de que já falamos bastante do Roube Este Filme I por aqui, num dos posts mais comentados e discutidos deste um pouco mais de um ano de BaixaCultura. Aliás, os que estão entrando agora também devem ver o banner que se encontra aqui do ladinho, que leva justamente ao já linkado post, que não está ali por acaso: nosso parceiro Edson fez a tradução das legendas do filme para o português e as disponibilizou, seja já sincronizada com o filme e prontinho pra baixar, no Youtube dividido em quatro partes ou, ainda, só a legenda mesmo, em formato srt.

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Roube Este Filme II, lançado oficialmente em novembro de 2007 na conferência “The Oil of the 21st Century – Perspectives on Intellectual Property“, em Berlim, Alemanha, além de ser um poquito mais longo (44 minutos) que o primeiro, vai mais além na discussão do contexto econômico/tecnológico/cultural que está diante das chamadas “copyrights wars”, as batalhas entre o livre compartilhamento de bens culturais e o repressão à estas práticas através da tentativa de endurecimento das leis de direitos autorais. Esta segunda parte traça também um paralelo entre o impacto da imprensa e o da Internet em termos de tornar a informação acessível para além de um grupo privilegiado de “controladores” da informação. O argumento central do filme é de que a natureza descentralizada da Internet faz com que a aplicação dos direitos de autor hoje seja praticamente impossível – pelo menos se considerar estes direitos tais como eles foram estabelecidos primeiramente no século XVI na Europa e como ainda hoje se configuram.

Segundo matéria do jornal britânico The Guardian, ambas partes de “Steal This Film” se inserem no coração de um estilo de documentário-manifesto, onde os cineastas praticam, em seu próprio filme, aquilo que defendem perante à sociedade. É por conta dessa estretégia que as duas partes estão disponíveis nos mais variados formatos para download na página oficial dos filmes, bem como as legendas em mais de 10 línguas, todas produzidas e enviadas espontaneamente pelo público mundo afora.

Dentre os diversos festivais que os dois documentários foram exibidos, destacam-se o Sheffield International Documentary Film 2008, na Inglaterra, Tampere Film Festiva 2008, na Finlândia, South By Southwest festival 2008, em Austin, nos Estados Unidos (este, um dos principais festivais de música e cultura alternativa do mundo) além de uma rumorosa exibição no International Documentary Film Festival em Amsterdã, Holanda, uma das raras ocasiões onde o diretor Jamie King falou sobre o filme e a The League of Noble Peers. Ambos os documentários também já foram exibidos em diversos canais mundo estrangeiros como o History Channel, Canal + Poland,TV 4 Sweden e o Noga, de Isreal.



Leonardo Foletto,
Baixacultura.org

no site www.baixacultura.org mais informações com links




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Próxima Exibição

30/12 – Brega S/A (Brasil, 2009, 60 min)

Cineclubismo

Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - entrada franca
Auditório João Miguel de Souza - Centro Cultural Cesma – 3º andar
Rua Professor Braga, 55 - Centro - Santa Maria / RS
Telefone - 55 3221 9165 - 3222 8544

cineclubelanterninhaaurelio@gmail.com
twitter.com/cinelanterninha
www.cesma.com.br

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Mostra dos vencedores do 8º Santa Maria Vídeo e Cinema

Hoje na tradicional sessão de quarta-feira estaremos exibindo os curta-metragens vencedores do SMVC.
Uma ótima oportunidade que o Festival SMVC e o Cineclube Lanterninha Aurélio estão dando para quem perdeu a edição desse ano que contou com diversos curtas em animação, documentário e ficcção.

Cineclube Lanterninha Aurélio
Filiado ao CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros
Projeto Cultural CESMA -Santa Maria/RS - desde 1978
Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria

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Cineclubismo

Debates e sessões - quartas-feiras - 19 horas - entrada franca
Auditório João Miguel de Souza - Centro Cultural Cesma – 3º andar
Rua Professor Braga, 55 - Centro - Santa Maria / RS
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cineclubelanterninhaaurelio@gmail.com
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Primeiro dia do “copy, right?” (e algumas pensatas que surgem)

http://baixacultura.org/2009/12/14/primeiro-dia-do-copy-right-e-algumas-pensatas-que-surgem/
Dezembro 14, 2009 por baixacultura

Com algum atraso, tenho que dizer, em primeiro lugar, que o primeiro dia do ciclo “copy, right?” foi bastante produtivo. A presença do público foi satisfatória; compareceram entre 30 e 40 pessoas, sendo que 25 assinaram a ata de presença. Como a foto acima indica, não foi um público para encher o auditório do Centro Cultural da Cesma, mas dizem que a média do Cineclube costuma ser nessa faixa de pessoas. A divulgação pela cidade foi abrangente, com direito a espaço nos dois jornais principais, e-mails para listas diversas e cartazinhos espalhados (pessoalmente) por alguns cantos do centro da cidade – muito embora tudo tenha sido feito com pouca antecedência.

Apresentado o ciclo, foi exibido “Good Copy, Bad Copy“, de 59 minutos de duração, seguido de alguns comentários meus e a abertura para o debate, como de praxe em cineclubes. Aí foi minha grande surpresa; debateu-se de verdade. E não apenas sobre o filme, mas sobre diversas questões que compõe o pano de fundo de Good Copy, Bad Copy, da neutralidade da rede até reações desproporcionais contra a dita “pirataria” digital como o Hadopi francês e a Lei Azeredo; da democratização cultural, agora possível (ou utópica?), até as dificuldades (ou potencialidades?) de um músico para sobreviver no variadíssimo cenário musical planetário de hoje; da apropriação (nefasta, diga-se) dos termos comunismo e socialismo na tentativa de entender o sistema da internet até o incrível modelo de negócio do tecnobrega do Pará, tema dos últimos 20 minutos do filme – provavelmente os vinte minutos que mais chamaram a atenção do público, um pouquinho a frente do exemplo da Indústria de Cinema da Nigéria (Nollywood), ambas criativas e orgulhosas formas de negócios oriundas da periferia mundial e à margem da Grande e Poderosa Indústria do Entretenimento.

[Para todos aqueles que quiserem saber mais sobre Nollywood, recomendo a reportagem "Cinema Noir", da Trip da janeiro deste ano. Da sacada do título à pauta criativa e antenada, passando pelo texto descolado (no bom sentido, veja bem) comum aos textos da revista, é um baita exemplo de reportagem bem feita, daquelas que bons pares de sapato são mais importantes do que horas em telefone, pra ficar numa metáfora ao gosto de Tchekov. Pros que querem saber mais sobre o tecnobrega do Pará, recomendo estarem presentes no terceiro dia (30/12) do ciclo para assistir "Brega S/A", ou lerem o bom Tecnobrega: o pará reiventando o negócio da música, de Ronaldo Lemos e Oona Casto, disponível também em pdf.]

O debate final teve opiniões tão distintas quantos as idades dos debatedores, o que particularmente me agradou bastante, pois uma das ideias centrais do ciclo era justamente propor o debate sobre estes assuntos aqui por Santa Maria – e os filmes, nesse sentido, seriam propulsores dos questionamentos. Nas opiniões, pode-se notar que a esperança de que a rede venha a democratizar a sociedade (e aí entram cultura, política, gostos e possibilidades criativas) convive com a expectativa de que mais essa oportunidade venha a passar, especialmente por ação da poderosa mão (invisível?) do mercado, que não admite perder o que conquistou durante os últimos séculos – e se inserem nesse guarda-chuva ações como as que visam combater a “pirataria” digital, algumas resultantes em leis que ferem frontalmente a dita neutralidade original da rede. Apesar dos pesares, nota-se que a esperança continua sendo maior que a discrença, o que me fez resgatar um cético otimismo, quase esquecido nos últimos meses perante a maré tortuosa de más notícias.

Ao fim, o tempo de conversa/debate/discussão foi quase o mesmo que o da exibição do filme, no que eu agradeço muito às pessoas que estiveram presentes na quarta-feira passada.

Mais do que qualquer outra coisa, ver “Good Copy, Bad Copy” novamente me fez querer pensar em mais e mais exemplos de alternativas à margens da Indústria. Casos como o do tecnobrega e o de Nollywood nos dizem muito, é certo, e funcionam bem porque essencialmente são pensados (ou foram pensados, mesmo que sem se dar conta disso) a partir das particularidades de uma dada região. Querer aplicar estes exemplos à realidade do planeta inteiro, como A alternativa a ser seguida por todos, é indício de fracasso; nestes relativíssimos tempos atuais, uma solução nunca é A solução se nela não forem consideradas as particularidades do lugar de onde se está pensando. É mais ou menos o que dizia Gil no final desse post, quando perguntado por músicos de uma banda paulista qual seria a saída para ganhar dinheiro com sua música: “O problema é que vocês querem que apareça outro modelo único, que não vai exigir esforço algum e te traga o sono de volta, dizia Gil, no que continuava ao afirmar que hoje é exigido que venhamos a pensar um modelo próprio para a necessidade de cada um, a partir das características da obra de cada um.

É nesse sentido que busco exemplos, de todos os lugares do mundo, que contenham as mais distintas características possíveis. É a experiência dessa diversidade de situações combinadas com a necessidade real e prática de um grupo de pessoas de um dado lugar que surgirão novos modelos à margens da dita Indústria do Entretenimento. Quanto mais exemplos melhor, pois é sinal de que estamos, de alguma forma, aceitando a provocação de Gil na busca de uma estratégia própria e criativa de vivermos de nossa arte. Além do que muitos, milhares e milhões de exemplos são um sinal efetivo da ruína da nefasta indústria que sustenta artistas montados em suas luxuosas, moribundas e preguiçosas fortunas, o que, logicamente, é danado de bom, não?

[Leonardo Foletto.]